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Vinil é Arte mostra quais discos não podem faltar no festival

2 de novembro de 2013

O coletivo Vinil é Arte entende quase tanto de CopaFest quanto de música. Estão no festival desde a primeira edição e garantem a discotecagem do evento com os melhores e mais lendários vinis da música instrumental brasileira.

Neste ano não é diferente. Quem chega ao lounge do CopaFest no Copacabana Palace encontra uma mesa repleta de relíquias. Não são só bolachas negras. Entre os discos, um cor de rosa salta aos olhos. É o Sabadabada, de Érlon Chaves, de 1965. Este é um dos discos que Caio Formiga, integrante do coletivo, diz não poder faltar no festival. Érlon, aliás, é o homenageado do baile desta edição, que acontece neste sábado, 02/11 [ingressos aqui]. Max de Castro promete não deixar a pista desanimar relembrando o grande maestro.

Pedimos para eles nos mostrarem outros indispensáveis ao CopaFest, e no vídeo abaixo você confere.

As dicas são de Pedro Paiva, Bruno Niggas, Luiz Valente e Caio Formiga, quatro dos seis moços atentos à música brasileira que fazem o Vinil. Todos são pesquisadores de música. Niggas e Valente têm também seus selos de vinil, o Brasilis Grooves e o Vinyl Land Records, respectivamente. O Brasilis lança em breve em vinil o Samba Raro, disco do Max de Castro de 1999. O Vinyl Land tem histórico com a turma da música independente, como BNegão e Lucas Santanna. Vale acompanhar!

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